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eleições para o dce da usp: chamado à anel

Diante do acirramento da crise política nacional e do desmoronamento do PT, é urgente que a esquerda anti -governista atue em unidade para avançar sem vacilação e extinguir de vez a influência que o governismo ainda exerce sobre as organizações da juventude e dos trabalhadores!
Nesse sentido reforçamos aos companheiros da ANEL o chamado que fizemos a toda esquerda anti-governista desde a semana passada, a construir um programa de unidade para as eleições do DCELivre da USP que ocorrem no próximo mês.

Se queremos realmente ocupar o espaço político que se abre e apresentar uma alternativa política para juventude que se desprende cada vez mais do petismo, precisamos atuar conjuntamente para reerguer o movimento estudantil, torná-lo novamente referência pra juventude em luta. Repetimos, nosso objetivo não deve ser propagandear as correntes e angariar votos, mas apresentar uma alternativa para os estudantes que hoje desacreditam na capacidade de resposta do ME. Tirar a USP do marasmo significa sobretudo resgatar os estudantes da falta de perspectiva em que estamos imersos, retomar a força da organização dos estudantes e dar aos ataques da reitoria uma resposta a altura!

A novidade nessas eleições só é possível no abandono do rotineirismo e das disputas vazias que caracterizam em grande parte as eleições para as entidades estudantis, por décadas dominadas pelo modo petista de ser. Sem uma unidade mais ampla entre nós as eleições tendem a ser mais do mesmo.

A conjuntura é explosiva dentro e fora da USP, motivos não faltam para que façamos uma forte greve unificada com os trabalhadores esse semestre, o Sintusp já aponta o caminho da unidade na construção da paralisação do dia 31/03. As eleições do DCE de agora, se forem mais uma vez pautadas pelos interesses particulares de cada grupo político, podem fragilizar a tão necessária organização dos estudantes neste momento.

Com o acirramento da crise econômica e política grandes combates se aproximam para a juventude e a classe trabalhadora brasileira. O movimento estudantil não pode ficar a margem desse processo, e sim servir como um importante pólo de resistência e luta independente contra os governos e os patrões!

Nesta sexta-feira, 18/02, às 18h no vão da História e Geografia, iremos nos reunir novamente com lutadores independentes e outros grupos da esquerda para discutir essa perspectiva, a conjuntura nacional, nossas divergências de análise e programáticas, e a possibilidade de forjarmos um programa comum. A presença dos companheiros da ANEL e demais companheiros da esquerda anti-governista será muito bem-vinda.

AVANÇAR SOBRE OS ESCOMBROS DO PETISMO!
REERGUER O MOVIMENTO ESTUDANTIL!

17.03.2016


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