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movimento das escolas num impasse

O Alckmin está com medo de desocupar escolas pela força. Sabe que haverá resistência e que jogará gasolina no fogo da juventude.

Ele acredita que o movimento quebrará internamente, por si só. Ele aposta no fim do ano, nas férias, e na pressão dos alunos mais velhos, que precisam se formar para se matricular em faculdade etc. Quer jogar estudante contra estudante e vencer pelo cansaço.

MAS A QUESTÃO É A SEGUINTE:

Se o movimento não der um novo passo, audacioso e radical, nos próximos dias, ele paralisará. Paralisar já é estar caindo. Se paralisar, essas pressões — férias, terceiro ano, etc. — se tornarão 10 vezes maiores.

Já passou da hora de dar um novo passo, de pressão, forte, para colocar o Alckmin e o Herman contra a parede. Esse novo passo, essa nova ação radical, só pode ser dado por uma articulação geral do movimento, ou seja, só pode ser aprovado por um Comando de Luta dos Estudantes. Mas um Comando de verdade, democrático, autônomo, legitimado e organizado pelas bases, e não um “comando” fechado e aparelhado, onde o movimento dos estudantes se confunde com um ou outro grupo político. Sem o Comando os grupos políticos (que têm sua importância no movimento geral) se sobreporão às vontades e decisões dos estudantes em luta.

Avançar na luta e dar o novo passo radical!
Organizar pela base! Fazer o Comando!